especial franjas

Minha franja I reinou entre 1987 e 2000. Aí fiquei 5 anos adolescente desfranjada, e não aguentei. Cortei minha franja de novo no meio de 2005. Coincidentemente, foi a época em que me mudei pra São Paulo. Estava com vontade, fui lá, cortei – e me viciei. Apesar de uns e outros darem a maior força para eu mostrar minha sobrancelhas e coisa e tal, não tem jeito. Quando puxo minha franja e mostro minha testa, parece que estou saindo de casa sem alguma peça de roupa. 🙂

Se você tem uma franja de estimação, sabe a relação de amor e ódio que elas têm com você. Têm humor próprio e vivem pedindo atenção. Fora o fato de crescerem na velocidade da luz.

Cansada de esperar a disponibilidade da minha cabeleireira pra fazer minha manutenção mensal, resolvi eu mesma me encarregar disso. Pode ser que logo eu me arrependa, mas estou nessa pegada agora. E compartilho com vocês algumas dicas úteis que encontrei por aí.

Franja Betty Page

Franja roots

Dica de ouro: nunca corte a franja com o cabelo molhado!

Uso uma mistura dessas três técnicas, mas tenho uma própria, que já ensinei pros meus cabeleireiros e fiz pegar. Corto minha franja em duas camadas, uma mais curta e outra mais comprida, pra deixar espessa, mas sem aquele peso absurdo em cima do rosto. Eu gosto.

Pegue sua tesoura e boa sorte!

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